O objetivo final de toda empresa que investe em algo novo para anunciar e se comunicar é vender mais e com qualidade.

Objetivo não! Foque em outra coisa.

Se a primeira coisa que uma agência de Marketing Digital pergunta para um cliente novo é ‘o que você pretende com as redes sociais?’ ou ‘qual o seu objetivo enquanto empresa nas redes sociais’, então pode ter certeza que ela já está ultrapassada. Porque o objetivo final de toda empresa que investe em algo novo para anunciar e se comunicar é vender mais e com qualidade, seja em um site, seja nas redes sociais, seja na TV.

Agora, se ela lhe questiona sobre o seu público, quem você idealiza como cliente potencial, quem você quer atingir, aí sim é mais fácil que essa agência atenda o seu objetivo, que é vender mais.

O creative strategist do Facebook no Brasil, Cristiano Dias, falou em uma palestra do Social Media Week, em 2013, que o segredo dessa rede social é achar as pessoas certas e mandar o conteúdo certo para elas. Parece simples, né? Mas não é, por isso vou exemplificar:

Imagine que a Coca Cola percebeu que o consumo do refrigerante estava diminuindo entre o público infantil e juvenil. E aí decide que vai trabalhar o seu conteúdo na internet para esse público. Certo? Mais ou menos. A coca cola vai montar suas campanhas nas redes sociais pensando em crianças e adolescentes sim, mas também (com certeza!) nos pais, que são os que, muitas vezes, têm o poder de decisão. E aí vem a dúvida: a marca precisa produzir conteúdo diferente para crianças e adultos? Ou pode mesclar. Sim e e sim, respectivamente.
Na TV você faz um vídeo para um público amplo, aberto. Não tem como fazer um vídeo para cada grupo. Nas redes sociais não, o espaço é livre. Quando há uma estratégia pensada em cima do público certo (ou públicos certos) as chances de o trabalho nas redes sociais para empresas funcionar são bem mais altas.

Mas, não precisa agradar a todos…

Marcas devem ter opinião, por isso, nem sempre vai dá para agradar a todos. Se sua empresa vende roupas, com certeza uma não vai agradar. Se você é a própria marca, e é um nutricionista, por exemplo, o seu ponto de vista pode não ser bem aceito por algum grupo, ainda que esteja utilizando uma explicação científica.

É comum ver memes nas redes sociais de empresas seguindo a moda do momento, sem demonstrar nenhuma relação com a marca. Aí é que está a diferença entre estar conectado e estar sendo diferente. As mensagens precisam ter coerência e, ainda que sejam memes ou mensagens de humor, o que for publicado tem que construir valor para a sua marca. Que tal inventar o próprio meme, um que tenha a sua cara?

Os concorrentes não são outras marcas

Você acha que alguém vai ligar o computador para ver redes sociais de empresas? Acredite, isso não é tão comum. A não ser que você seja a marca Neymar, Nike, Globo e outras celebridades que estão compartilhando conteúdos que viralizaram e que, a partir de então, passaram a ter destaque.

Os seus concorrentes são as pessoas. O que aparece no feed são: a foto da filha do seu amigo no Facebook, ou dos amigos da turma da faculdade que você começou amizade há pouco tempo ou a da sua tia que viaja bastante e posta tudo no Instagram. Então, o que faz as pessoas comuns seguirem marcas? A mesma coisa que faz elas seguirem outras pessoas comuns: o fato de aquela publicação ser única, que vem só daquele perfil e traz a tona uma sensação de proximidade.

A marca aparece no feed ou é encontrada na internet. No geral, as pessoas gostam de se sentir únicas e, por isso, se mantêm conectadas a marcas que produzem conteúdos direcionados, que transmitem essa sensação de particularidade. “Eu me identifico com isso”. Essa é a pegada.

Fonte: administradores.com.br

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